8.7.17

Das rosas








das rosas sofridas
que dizem sobreviver
a qualquer abismo
não sei dos espinhos

porque do solo onde se afundam

ingrimes e definitivas
avisto apenas os vazios que lhes
crescem a volta das suas cicatrizes

e qual ismos atados a corcéis em desatino

não chegam a refletir
escapam -me ante a superfície onde me
reconheço e por isso
nem sei se realmente existem



6 comentários:

S. disse...

teste
teste
teste

Jaime Portela disse...

Os testes estão a correr bem...?
Talvez não existam mesmo. Nós é que os inventamos, aos espinhos.
Excelente poema, gostei imenso.
Sofia, tem um bom fim de semana.
Beijo.

S. disse...



Pois, sumiram alguns. Tenho no e-mail, mas não aqui. Não sei o que aconteceu...

Mar Arável disse...

Que nunca lhe doam os espelhos
nem as mãos
nem as palavras

Manuel Veiga disse...

que venham. as palavras!

manuela barroso disse...

Onde estás rosa encantada? com espinhos, sem espinhos, quero rosas sempre no jardim da minha vida.
Abraço de saudades!